Boa Exploradores!!!
segunda-feira, 14 de Abril de 2008
Um dia na Praia
terça-feira, 8 de Abril de 2008
Exploradores em Lisboa
Desta vez, os bruxos e feiticeiras foram até à cidade de Lisboa... começando no Campo Grande, passndo pelos Armazens do Chiado, Rossio, Praça Comércio, Praça do Império e terminando Mosteiro dos Jerónimos... sem deixar de passar na residência do Presidente da República.
Tarefas foram várias, desde o tirar uma fotografia com o Fernando Pessoa, e uma fotografia nas escadas "a uma hora boa"...
Tiveram de praticar matemática (contando janelas e arcos na Praça do Comércio), desenharam o "rosto de maria", que ficava nas costas de um certo Pedro, que tinha o Bocage à direita e a Suiça à Esquerda....
E por falar em Bocage, tiveram de saber quem era... A nota onde aparecia o dito senhor, também tiveram de saber... mas aqui para os mais velhos, do tempo do escudo, matarem saudades...
Ainda se tentou puxar pela cultura literária dos nossos petizes... com o terem de declamar o 1º Estrofe do Canto I d'Os Lusíadas...
As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
Foi uma aventura e tanto, felizmente o São Pedro foi amigo, e chegou-se à sede cansados...
Retratos para mais tarde recordar...
quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
Reconhecimento campo Sta. Cruz
Os balnearios do campo,
Portagem: 2.90 € (Veículos classe I )
· Capacidade do campo (nº elementos): Irrelevante enquanto acampados, apenas 36 em camas se acantonados
Solo: Macio, coberto por caruma (pinheiro) c/ areia e terra.
· Tipo de vegetação existente no campo (árvores, arbustos, etc.) e existência de sombras: Elevada densidade arbórea na maior parte do terreno. Elevada percentagem de locais de sombra. (essencialmente pinhal)
· Recursos existentes (lenha p/ construção, lenha p/ fogueira, água, wc’s, balneários, lava-loiças, etc.):
- Lenha para fogo disponível (quantidade moderada)
- Madeira para construções (inexistente)
· Local para Fogo de Conselho: 2 locais viáveis
· Casa de apoio ou abrigo: 36 camas, balneários e WC’s (masc., fem., e deficientes), salão amplo (piso superior) c/ lavatórios e “bar” (balcão).
· Restrições (foguear, cortar árvores, etc.):
- permitido fazer fogo (locais apropriados)
- cortar árvores (falar com os jardineiros)
· Comércio existente no campo ou arredores (supermercados, mercearias, padarias, peixaria, talho, etc.):
- Farmácia, supermercado, café, banco, talho e mercado (talho, peixaria, padaria, frutaria…) a menos de 1 km
- Loja Campingaz – 1 km
- Estação de serviço – 3,5 km
- Praias a 1 km
- Igreja – menos de 1 km
- Acesso à Internet – 1 km perto da praia
sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008
Obrigada ao Clã!
"Ai que vou ficar com as unhas cheias de terra!!" - Adivinhem quem disse isto??
Lynx Capaz
Grande Lynx Capaz...
Nem só de baptismos e actividades foi o nosso acampamento...
Após os baptismos de campo... foi chamada à frente, a chefe Lynx Capaz...
Ainda me recordo que ela entre dentes disse, "O que será que me calha a mim?"...
A nossa chefe, foi condecorada com a Cruz de São Jorge de 3ª Classe - Bronze.
MUITOS PARABENS À LYNX CAPAZ...
E para o caso de outros agrupamentos pensarem "adquirir" a nossa Lynx Capaz... só podemos dizer... com muito orgulho, FAZ PARTE DO 495!!!!!
quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008
Acampamento de Carnaval - Exploradores
Saída de manhã, com chegada a campo por volta das 10h30. A restante manhã do Grupo foi a montar campo. Já montam campo mais rápido. Talvez seja a prática!!
Depois do almoço vieram as actividades da tarde, pois primeiro estiveram a fazer pão...
Depois armaram-se em agricultores e vai de semear ervilhas e favas...
Por fim, foi recolher pegadas, mas não sem antes fazer uma visitinha aos animais da quinta.
No dia 10... foram retirar as pegadas... e ainda fizeram um jogo de pistas.
Não se saiu de campo, sem realizar baptismos, à semelhança do que já se tinha efectuado no acampamento de Natal, foram baptizados todos os que não tinham toten pessoal... E também se baptizaram em particular dois elementos que realizaram o seu 1º acampamento nos Exploradores, o novo elemento da Lynx Pardina, bem como os dois caminheiros que nos acompanharam e que realizaram enquanto elementos do clã o seu primeiro acampamento com o Grupo Explorador...
domingo, 20 de Janeiro de 2008
Autarquia une-se na Comemoração do Centenário
Placa já tem, mas infelizmente foi........ pintada.
sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007
Escuteiro por um dia...
Frio. Muito frio que se fazia sentir naquela noite de Dezembro.
Da igreja de Santo António dos Cavaleiros saía, corajoso, um vasto grupo de jovens à conquista de uma aventura. Chamemos-lhe aventura – afinal não é comum sair-se, numa noite de Inverno, em busca de novas experiências…
Combinada fora, com alguns meses de antecedência, a noite em que, tanto jovens como escuteiros se uniriam, numa experiência única e diferente. Uma noite em que os jovens iriam encarnar, ainda que por escassos momentos, o espírito escutista. “Ser escuteiro por uma noite” – eis a correcta designação, verbalizada por todos os que viveram a aventura de se ser escuteiro em algumas horas.
Distribuídos por equipas, lá partiram. O “Jogo de Pistas”, assim se chamava a actividade a concretizar, era composto por vários postos, sendo que cada um deles representava uma das várias etapas da vida de um escuteiro: o lobito, de lenço amarelo, inocente e muito activo; o explorador, de lenço verde, irreverente e tenaz de curiosidade pelo que o rodeia; o pioneiro, de lenço azul, jovem ambicioso, coragem, destreza e solidariedade para com o outro; o caminheiro, de lenço vermelho, o jovem adulto, de olhar inovador, empreendedor, solidário e interventivo, repleto de ideias e de coragem, vontade de agir, “deixando o mundo um pouco melhor do que o encontrou”; o chefe, de lenço verde, o adulto experiente, compreensivo, conselheiro e paciente. E no final de toda uma vida, percebe-se, afinal, o que é ser-se escutista: um olhar diferente sobre o mundo; vontade de agir; destreza para nunca desistir de lutar por um ideal tão simplesmente humano – ajudar o outro, ser humano como eu, a ser feliz. “Deixar o mundo um pouco melhor do que o encontrei” é o ideal a cada encontro renovado na frase “sempre alerta para servir”, e à qual todos nós já nos habituámos e até dela brincamos, sempre que de escuteiros se fala.
Uma experiência única e enriquecedora e a que a todos os que a viveram ensinou que é possível fazer algo pelo mundo e pelo outro. No fundo, verbalizado pelos que tiveram coragem de o admitir no final da noite, a mística do escutismo tocou cada um dos corações ali presentes. E talvez por isso deixasse saudade; vontade em repetir o gesto. Quem sabe para um dia podermos dizer, já velhinhos, “eu deixei o mundo um pouco melhor”.
Ana Catarina Estêvão.
